Anápolis, uma cidade sem obras e sem motivação econômica

Com uma administração municipal sem rumo e sem qualquer objetivo a perseguir, Anápolis, aos poucos, vai entrando em uma espécie de depressão econômica. O Governo Municipal sempre foi o carro chefe e o principal vetor para os investimentos econômicos na cidade. No entanto, há seis meses a cidade está literalmente paralisada, parece até um navio à deriva.

Com um secretariado abaixo da crítica a desmotivação da economia vem se transformando em uma espécie de depressão econômica. O que se fala na Prefeitura é manter a ordem de arrecadar e para isso o comando da Prefeitura já tomou todas as providências para massacrar os contribuintes. Para o atual comando da Prefeitura, a ordem é punir o contribuinte que tiver em débito com o Município.

Ocorre que a Prefeitura, pelo menos nos últimos oito anos, vinha sendo a mola propulsora do desenvolvimento, com obras em andamento em toda a cidade. Agora, tapa buraco e troca de lâmpadas se transformaram em notícia para os jornais governistas e para o site da Prefeitura. A cidade vive a um passo da depressão econômica, enquanto a Prefeitura mantém mais de R$100 milhões em caixa, à procura de credores para efetuar os pagamentos, em troca de algumas benesses proibidas.

Até o site da Prefeitura não tem nada para anunciar tal o marasmo em que vive a atual administração Municipal. A continuar assim, o próximo passo da cidade vai ser a depressão econômica que fatalmente vai promover mais ainda o desemprego e a miséria da população.

A Prefeitura deveria ser o carro chefe dos investimentos, mas nesses seis meses da atual administração o prefeito só fala em arrecadar e punir os devedores com todo tipo de pressão psicológica. A recessão, o desemprego, a fome e a miséria, estão guiando a atual administração. Pelo menos até agora, arrecadar e aumentar o saldo da Prefeitura tem sido o lema do até agora chefe do Poder Executivo. A continuar nesse modelo administrativo, em breve a cidade estará navegando na depressão econômica, o que fatalmente aumentará a miséria do povo, notadamente os mais pobres.

O prefeito não incentiva a economia e o marasmo vem dominando os vetores da municipalidade. A continuar assim o anapolino estará prestes a entrar também em uma espécie de depressão psicológica porque a Prefeitura, que deveria ser o carro chefe dos investimentos, está vivendo uma espécie de tranquilidade própria dos cemitérios, onde os mortos não reclamam e nem protestam contra o descaso administrativo da cidade. Pior do que tudo isso é saber que ainda resta uma eternidade para o término da atual administração. Tudo indica que a meta do atual prefeito é a depressão econômica da cidade. (Dilmar Ferreira)