As eleições estão chegando e será o momento para o anapolino vingar desses políticos tacanhos e malandros.

Por Dilmar Ferreira

 

Todo homem tem o seu valor, notadamente quando ele deixa os seus interesses pessoais para pensar no coletivo. A sociedade precisa de gente assim para fomentar o progresso e melhorar as condições de vida. A política deveria ter esse embasamento para ser grande. Mas nos últimos anos o que temos visto são políticos medíocres que não olham além dos seus umbigos e lutam muito, mas em defesa dos seus interesses pessoais. Dentre outras consequências disso estamos vivendo a maior crise política do Brasil. Não temos crise econômica, mas crise de homens sérios, destemidos, honestos o bastante para ter capilaridade nesse setor.

As atividades políticas deveriam ser exercidas por pessoas que são capazes de renunciar os seus objetivos pessoais para pensar e lutar pela sociedade, abrindo mão de tudo o que levar para o acúmulo de riquezas e bens materiais. Mas isso é ilusão porque a política se transformou na melhor opção para o enriquecimento daqueles que buscam essa atividade. São ladrões transvertidos de homens que trabalham pelo social. Mas o único ponto social que observam são suas contas bancárias e a multiplicação de seus bens materiais.

Por causa desses salafrários que tomaram conta da política, os homens de bem preferiram distanciar desta atividade. O campo ficou aberto para os pilantras que não pensam nada além da busca incessante dos seus interesses pessoais. Em parte, a culpa disso está no eleitor que prefere votar em quem oferece a ele um favor ou uma vantagem pessoal. O resultado disso é o que vemos hoje no Brasil, um pais dominado pelos piores políticos, ou seja, aqueles que votam de acordo com as benesses que recebem. Poucos são aqueles que estão movidos pela chama do ideal.

No entanto, para sentir as consequências nefastas das ações desses políticos tacanhos não precisa ir muito longe. Está aqui em Goiás e mais precisamente em Anápolis, a cidade que foi infestada por políticos nanicos, os quais não merecem estar onde estão, ou seja, representantes do povo anapolino. Qual o resultado prático que os anapolinos tiveram dedicando quase 30 mil votos para o deputado Alexandre Baldy, natural de Goiânia, onde viveu todo o tempo. Sua ligação com Anápolis não passa de um casamento bem sucedido financeiramente que o colocou na condição de grande empresário. Alguém pode dizer que ele tem uma empresa em Anápolis ou já teve. Mas isso não foi por acaso, mas aproveitando os resultados do trabalho de anapolinos do passado que conseguiram edificar o DAIA e dotá-lo com incentivos fiscais. Ele investiu em Anápolis como ocorreu com outras centenas de empresários que encontraram aqui as condições ideais para os seus negócios.

O deputado Jovair Arantes não tem ligação nenhuma com Anápolis a não ser apoiar um candidato a prefeito, neófito em política, que no passado buscou ajuda do deputado para implantar uma escola particular tanto em Goiânia quanto em Anápolis. Esse dono de colégio foi levado por Jovair para assumir um cargo federal no Governo de Dilma Rousseff, cuja presidenta recebeu uma punhalada pelas costas tanto do padrinho quanto do seu afilhado.  Para falar de Jovair tem que se falar do prefeito Roberto Naves, que até agora – nove meses de administração – não passou de acompanhar os viadutos e as obras da Avenida Brasil, planejados por Antônio Gomide e iniciada por João Gomes, ambos do PT, na época. Roberto Naves é uma marionete nas mãos de Jovair Arantes que vem sabendo permutar a cidade por cargos no Governo de Marconi Perillo e talvez na chapa majoritária da base aliada tucana.

Carlos Antônio não pode ser analisado como político, mas um protótipo de homem público do tamanho de sua estatura física e moral. Veio para Anápolis em busca de emprego e soube engar o povo, com um programa radiofônico recheado de mentiras e de aproveitamento da dor alheia. Na condição de deputado Estadual pela segunda vez não passa de moleque de recado do governador que soube trocar seu mandato por vantagens pessoais, inclusive por votos dos incautos. Não merece nenhuma análise política porque seria perda de tempo. Político assim, Anápolis deveria dispensar no atacado porque não se elege uma pessoa para ficar por ai desfilando de carro importado, esnobando da cara dos seus eleitores que nos últimos dias nem água para suas necessidades pessoais têm porque o candidato eleito por eles jamais fez qualquer pressão para mostrar o ao governo a necessidade de investir pelo menos dez por cento do que a Saneago arrecada na cidade.

A cidade está abandonada pelos políticos que já começam a se encostar na cidade e nos setores periféricos em busca de votos. Os eleitores anapolinos vão ter a oportunidade de sufragar esses candidatos como eles encheram as caixas d´água de suas residências. Cada eleitor deve pregar nas portas de suas residências uma foto de uma torneira seca para mostrar a indignação com essa gente safada que só aparece de quatro em quatro anos. A oportunidade está chegando e não teremos outra tão cedo se deixar escapar o momento de irmos às urnas para votar em outubro do próximo ano. Temos que ser sábios e corajosos e dizer “não” a esses políticos tacanhos que não fazem absolutamente nada a não ser tirar vantagens dos cargos que conquistaram com os votos daqueles que um dia acreditaram neles. Certamente a cidade vai apresentar outros nomes para que com eles possamos dar um não nesses políticos que não sevem para nada e não passam de marionetes do Palácio das Esmeraldas, cujo inquilino começa a adoçar a boca dos anapolilnos com uma obrinha que é o Anel viário do DAIA, uma rodovia de pouco mais de seis quilômetros cujo início ocorreu há mais de uma década. Vamos para as urnas carregando uma torneira na mão para mostrar a indignação de passar quatro anos sem uma gota de água durante vários dias na semana. A hora é agora e o momento é para afiar as nossas armas.

 

 

4 Comentários


  1. Jornal sem credibilidade, não vi uma matéria sequer falando a verdade sobre o PT e seus politicos, uma sugestão, mude o nome do jornal para “O PT”.

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    1. Será que você é anapolino ou um alienígena como os seus comparsas?

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  2. Dilmar,
    não estou defendo políticos, mas você parece ter a memória curta. Esqueceu que o problema da água é antigo em nossa cidade e foi herdado da antiga administração do PT? Eles tiveram oito anos para sanar esta pendência junto a Saneago e não conseguiram. Agora querer vir cobrar o atual prefeito com apenas oito meses de trabalho chega ser até covardia. Em sua lista de “lixos da política Anapolina”, você esqueceu de mencionar o Deputado RUBENS OTONI (PT) que a décadas vem usurpando do poder sem fazer absolutamente nada pela nossa cidade.

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    1. Ninguém é obrigado a prometer, mas se ganhou as eleições fazendo promessas, então tem que cumprir ou então aguentar as cobranças. Prometer uma coisa que não dá conta de fazer é igual a fazer propaganda enganosa. Basta ver isso. Sobre o Rubens Otoni, basta ver as obras que o governo federal fez em Anápolis nos últimos dez anos. O pior cego é aquele que não quer enxergar.

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