O promotor de justiça Marcelo Henrique passa a ser réu em processo de corrupção

Quase um ano depois que a desembargadora Elizabeth Maria da Silva fez a autuação da denúncia oferecida pelo Ministério Público de Goiás contra oito envolvidos em crimes que acarretaram prejuízo à Universidade Estadual de Goiás (UEG) em valor superior a R$ 10 milhões, a denúncia foi aceita nesta quarta-feira (14) pela unanimidade do Pleno do Tribunal de justiça de Goiás.  O processo, no entanto foi colocado em sigilo, mantendo a restrição de acesso aos autos. As medidas cautelares diversas da prisão foram mantidas em relação a todos os denunciados.

Além do promotor de justiça Marcelo Henrique, fazem parte da denúncia Adair Antônio de Freitas Meira, Luiz Antônio Arantes, Francisco Afonso de Paulo, Antônio Fernandes Júnior, Lucas Vieira da Silva Meira e Lívia Baylão de Morais todos foram acusados dos crimes de peculato, corrupção ativa, corrupção passiva, lavagem de dinheiro e dispensa indevida de licitação.

A partir de agora todos eles, inclusive o promotor de justiça Marcelo Henrique, passam a ser considerados como réus no referido processo, que a partir de agora tanto defesa quando acusação vão apresentar provas e contra provas para em seguida sair a sentença  do judiciário.

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