Especialista destaca que a IA se tornou essencial na organização de dados médicos e no suporte a diagnósticos e decisões clínicas complexas.

De acordo com um estudo da consultoria Precedence Research, o mercado global de soluções e serviços de inteligência artificial (IA) voltados para a saúde deve ultrapassar US$ 180 bilhões até 2030. Para a Global Market Insights, somente o mercado mundial de telemedicina deve bater 175,5 bilhões de dólares até 2026. O mercado de IA na saúde está otimista e o Brasil é um dos países que mais podem se beneficiar com esse movimento.

O aumento dos investimentos de hospitais, clínicas e outros estabelecimentos de saúde em tecnologias que aprimoram a experiência dos pacientes e fortalecem a retenção de novos clientes, trazem boas esperanças para um futuro mais saudável. Nesse cenário, a Inteligência Artificial (IA) se destaca como uma das principais forças motoras da transformação do setor, impulsionando uma tendência crescente no setor: a centralização de dados e demandas dos pacientes.

Segundo Marcelo Mearim, cofundador e CEO da Sofya no Brasil, a IA vem ajudando na estruturação de dados médicos, interpretação de resultados de diagnósticos e auxiliando os profissionais na tomada de decisões clínicas mais complexas. “Hoje, temos IAs que se integram perfeitamente com terminologias e padrões médicos globais, garantindo que cada ponto de dados seja preciso, confiável e relevante a nível internacional. Isso aumenta a eficiência da análise de dados, capacitando os profissionais de saúde a tomar decisões mais inteligentes para obter resultados cada vez mais assertivvos”, afirma.

Além desses benefícios, o especialista destaca ainda que tecnologias como a disponibilizada pela Sofya podem se tornar uma ferramenta vital no combate ao burnout, monitorando padrões de trabalho, níveis de estresse e sinais de esgotamento entre médicos. “Por meio de insights e recomendações precisas, é possível ajustar cargas de trabalho, oferecer suporte e intervenções focadas no bem-estar dos profissionais, prevenindo o esgotamento antes que ele se torne, de fato, um problema”, conclui Mearim.

De acordo com a TechTarget, 41% das organizações de saúde aumentaram seu orçamento de TI no último ano, buscando uma transformação digital completa. Automação, IA e Ciência de Dados são as principais prioridades de investimento para 30% das empresas entrevistadas.

Esses dados reforçam que a inteligência artificial está em pauta na saúde. Com orçamentos cada vez mais direcionados para IA, o mercado aponta para um futuro onde a análise preditiva e o uso inteligente de dados serão diferenciais indispensáveis. É o momento ideal para explorar como essas inovações estão moldando o cuidado com os pacientes e revolucionando a gestão na saúde.

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Curtiu essa sugestão? Se tiver interesse em abordar o assunto, o especialista está à disposição para entrevistas. Abaixo encaminho um breve resumo sobre o especialista mencionado.

especialista: Marcelo Mearim é CEO da Sofya no Brasil. o executivo acumula mais de 24 anos de experiência em grandes empresas, incluindo Philip Morris, Vivo, Telefônica e Kroton/Cogna. Em 2018, ingressou na área da saúde ao integrar a equipe da Dasa como diretor de marketing. Antes de se juntar à Sofya como CEO da operação no Brasil, o profissional trabalhou também na HiLab, startup que desenvolve equipamentos médicos para atendimento no ponto de cuidado (Point-of-Care).

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