A regulamentação da inteligência artificial acaba de ser aprovada pelo Senado e está em destaque como um dos principais assuntos do momento. No entanto, quais são os benefícios e desafios dessa regulamentação? O que esperar do uso da IA para a educação, negócios, mercado de trabalho e uso pessoal?

Com o avanço acelerado da tecnologia, o Brasil dá um passo significativo ao debater o Marco Legal da Inteligência Artificial. Aprovado pelo Senado, o Projeto de Lei nº PL 2.338/2023 segue em análise no plenário, em busca de estabelecer diretrizes claras para o desenvolvimento e uso responsável da IA, alinhando-se às práticas globais.

Entre os principais pontos, destaca-se a classificação de riscos, a definição de sanções, proteção de dados e a criação de um ambiente regulatório que fomente inovação, mas com responsabilidade ética e transparência.

Nesse cenário, eu sugiro uma conversa com o Guilherme Silveira, Chief Innovation Officer (CINO) e cofundador da Alura, maior ecossistema de educação em tecnologia, para comentar sobre os desafios e as oportunidades dessa regulamentação.

Sobre o especialista:

Guilherme Silveira é especialista em inteligência artificial e inovação educacional, sendo um nome em destaque no Brasil quando o assunto é o impacto e a regulamentação de novas tecnologias. Como líder da área de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) na Alura, ele está diretamente envolvido no desenvolvimento de soluções que utilizam IA de forma ética e funcional para transformar o aprendizado e atender às demandas reais do mercado.

Com mais de 30 anos de experiência em programação e inovação, Guilherme oferece uma visão prática sobre como regulamentações no setor de inteligência artificial podem afetar também a educação e o mercado de trabalho no Brasil. Ele defende a criação de diretrizes que equilibrem o incentivo à inovação com a necessidade de garantir segurança, transparência e ética no uso da IA. Ele pode discutir os potenciais impactos econômicos e sociais dessa regulamentação dentro e fora do Brasil.

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