Em meio ao unilateralismo, o mundo deve reforçar a ação multilateral para enfrentar as ameaças globais, como as mudanças climáticas e a desigualdade.

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O presidente da Argentina, Javier Milei, o primeiro-ministro da Austrália, Anthony Albanese, o presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da China, Xi Jinping, o presidente francês, Emmanuel Macron, o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, o chanceler alemão Olaf Scholz, o primeiro-ministro indiano, o primeiro-ministro indiano, o primeiro-ministro da Ucrânia, o presidente da Síria, o primeiro-ministro da Ucrânia, o presidente da Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, o presidente da Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia, a Ucrânia. REUTERS/Ricardo Moraes
O presidente do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente da África do Sul, Cyril Ramaphosa, e o primeiro-ministro espanhol, Pedro Sánchez, posam para uma foto de grupo com outros líderes mundiais na cúpula do G20, no Rio de Janeiro, em 18 de novembro de 2024 [Arquivo: Ricardo Moraes/Reuters]

O ano de 2025 será fundamental para o multilateralismo. Os desafios que temos diante de nós – crescentes desigualdades, mudanças climáticas e a lacuna de financiamento para o desenvolvimento sustentável – são urgentes e interconectados. Abordá-los requer uma ação ousada e coordenada – não um recuo para o isolamento, ações unilaterais ou interrupção.

Três grandes encontros globais oferecem uma oportunidade única para traçar um caminho para um mundo mais justo, inclusivo e sustentável: a Quarta Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento (FfD4) em Sevilha (Espanha), a 30a Conferência das Partes (COP30) à Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC) em Belém (Brasil) e a Cúpula do G20 em Joanesburgo (África do Sul). Essas reuniões não devem ser comerciais como de costume: elas devem gerar um progresso real.

Um momento multilateral que não podemos desperdiçar

A confiança nas instituições multilaterais está sob pressão, mas a necessidade de diálogo e cooperação global nunca foi tão grande. Devemos reafirmar que o multilateralismo, quando ambicioso e orientado para a ação, continua a ser o veículo mais eficaz para enfrentar os desafios compartilhados e promover os interesses comuns.