Segundo o Serviço Secreto, um homem abriu fogo contra agentes posicionados em um posto de controle na interseção da 17th Street com a Pennsylvania Avenue. Os policiais reagiram imediatamente, atingindo o suspeito, que foi levado ao Hospital George Washington, onde morreu pouco depois.
O ataque aconteceu pouco depois das 18h, quando o homem se aproximou do ponto de segurança, retirou uma arma de dentro de uma bolsa e começou a atirar contra os agentes. Um transeunte também foi ferido durante o tiroteio, mas ainda não está claro se o disparo partiu do suspeito ou ocorreu durante a troca de tiros. Nenhum agente do Serviço Secreto ficou ferido.
No momento do ataque, o presidente Donald Trump estava dentro da Casa Branca e não sofreu qualquer risco. O prédio foi colocado em lockdown, e jornalistas que estavam no gramado norte foram orientados a correr e se abrigar na sala de imprensa. Tropas da Guarda Nacional isolaram toda a área, impedindo a aproximação de repórteres e curiosos.
Testemunhas relataram ter ouvido mais de 30 disparos. A repórter Kimberly Halkett, da Al Jazeera, informou que o suspeito havia recebido recentemente uma ordem de afastamento da área, mas ignorou a determinação e retornou ao local antes de iniciar os disparos.
A Câmara dos Deputados dos EUA, por meio de parlamentares republicanos, publicou mensagens na rede X confirmando que o presidente estava seguro. O líder da maioria, Steve Scalise, afirmou que “vivemos em tempos perigosos”, reforçando o clima de tensão que tomou conta da capital americana após o ataque.
As autoridades seguem investigando a motivação do suspeito e analisando imagens de segurança para esclarecer todos os detalhes do incidente. Como sempre, é importante confirmar informações políticas e de segurança em fontes oficiais e confiáveis.
