A sucessão de atentados e tentativas de ataque contra presidentes dos Estados Unidos voltou a ganhar destaque após os episódios recentes envolvendo o presidente Donald Trump. Ao longo da história do país, quatro presidentes foram assassinados enquanto exerciam o cargo: Abraham Lincoln, James Garfield, William McKinley e John F. Kennedy. Todos morreram após serem alvos de disparos em diferentes momentos da história americana.
Outros presidentes sobreviveram a atentados diretos. Ronald Reagan foi baleado em 1981 e passou por cirurgia de emergência. Theodore Roosevelt, já fora da presidência, também foi atingido durante um discurso de campanha em 1912. Em tempos mais recentes, Donald Trump sobreviveu a dois ataques: o primeiro em 2024, durante um comício na Pensilvânia, e o segundo agora, em abril de 2026, durante o jantar dos correspondentes da Casa Branca, em Washington.
Além desses casos, vários presidentes escaparam ilesos de tentativas de ataque ao longo dos séculos. Andrew Jackson, Franklin Roosevelt, Harry Truman, Gerald Ford, George W. Bush e Barack Obama estão entre os nomes que enfrentaram situações de risco, algumas delas envolvendo armas de fogo, invasões e até explosivos que não chegaram a detonar.
Especialistas em segurança lembram que a proteção presidencial nos Estados Unidos é uma das mais complexas do mundo, mas episódios como o deste fim de semana mostram que, mesmo com protocolos rigorosos, situações de risco continuam a ocorrer. O Serviço Secreto e o FBI seguem investigando cada caso para entender falhas, motivações e possíveis conexões.
A recorrência desses episódios reforça a importância dos sistemas de segurança e da resposta rápida das equipes de proteção, que têm sido determinantes para evitar tragédias ainda maiores na história política americana.
